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Crise no Egito

Egito: Hillary Clinton apela ao fim da violência

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Após três dias de confrontos no Cairo que provocaram 10 mortos e 500 feridos, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, apelou aos egípcios que se abstenham de qualquer tipo de violência. 

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, apelou no domingo aos egípcios para se absterem de qualquer tipo de violência após três dias de confrontos no Cairo, que causaram 10 mortos e cerca de 500 feridos.

"Exorto as forças de segurança egípcias a respeitarem e protegerem os direitos universais de todos os egípcios, incluindo os direitos de expressão e reunião", declarou Clinton citada em comunicado, manifestando-se "profundamente preocupada" com a situação no Egito.

Dez pessoas morreram e cerca de 500 ficaram feridas nos últimos três dias no Cairo em confrontos entre manifestantes e forças de segurança.

"Apelamos às autoridades egípcias para deterem os responsáveis, incluindo as forças de segurança que violem aqueles critérios", acrescentou Hillary Clinton ao sublinhar ainda que "aqueles que se manifestam deverão fazê-lo de forma pacífica e abster-se de qualquer ato de violência".

Estes confrontos são os mais graves desde os registados nos dias anteriores às primeiras legislativas, a 28 de novembro, desde a queda do presidente Hosni Mubarak, em fevereiro.

O primeiro-ministro, Kamal el-Ganzouri, alertou no sábado para o risco de uma "contra-revolução".