Expresso

Siga-nos

Perfil

Perfil

Cimeira da NATO

Obama e Medvedev tiveram encontro não previsto a sós

  • 333

O presidente norte-americano, Barack Obama, e o homólogo russo, Dmitri Medvedev, tiveram um encontro não previsto a sós à margem da cimeira da Nato em Lisboa, anunciou um responsável da Casa Branca. Clique para visitar o dossiê Cimeira da NATO

O presidente norte-americano, Barack Obama, e o homólogo russo, Dmitri Medvedev, tiveram um encontro não previsto a sós à margem da cimeira da Nato em Lisboa, anunciou hoje um responsável da Casa Branca.

Clique para aceder ao índice do DOSSIÊ CIMEIRA DA NATO

Os dois líderes retiraram-se para uma sala e falaram durante 15 a 20 minutos, declarou à imprensa o porta-voz da presidência norte-americana, Ben Rhodes, a bordo do avião presidencial, Air Force One, quando seguia para Washington.

O encontro "foi informal, não estava previsto", referiu.

Iniciativa de Obama

Segundo responsáveis da administração norte-americana, o encontro realizou-se por iniciativa de Obama, que posteriormente o considerou "muito cordial".   O presidente norte-americano também falou com o dirigente russo sobre o encontro que tinha tido com o presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili.   O encontro com Medvedev tinha como objetivo reduzir as "incompreensões que podem conduzir a consequências não desejadas", comentou Obama, citado por um responsável da administração.     Os dois homens também debateram o novo tratado START, assinado em abril último em Praga e que prevê uma redução de 30 por cento do armamento nuclear detido pelas duas superpotências atómicas e verificações mutuas mais transparentes. Este tratado ainda tem de ser ratificado pelo Senado norte-americano.  

"Muito cordial" 

"Eles tiveram uma conversa muito cordial" sobre este assunto, segundo um responsável norte-americano que defendeu que Medvedev tinha comunicado estar confiante na ratificação do tratado.     Reunidos na cimeira de Lisboa, os dirigentes da NATO decidiram sábado retirar as tropas de combate do Afeganistão até daqui a quatro anos e cooperar com a Rússia para instalar um escudo anti-míssil na Europa.