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Supremo não reconhece abuso de poder na decisão de prender José Sócrates

Prisão preventiva O ex-primeiro-ministro vai continuar como o recluso 44 do estabelecimento prisional de Évora

Alberto Frias

Coletivo de juízes rejeitou pedido de libertação imediata do ex-primeiro-ministro, "por manifesta falta de fundamento legal".

A recusa já era previsível e por isso a iniciativa estava longe de se enquadrar no plano desenhado pelo advogado João Araújo para a defesa de José Sócrates. Mas um jurista de Vila Nova de Gaia, sem qualquer ligação ao ex-primeiro-ministro, decidiu avançar com o pedido e esta quarta-feira o resultado acabou por ser um "não" rotundo. Um coletivo de três juízes do Supremo Tribunal de Justiça rejeitou um habeas corpus que tinha como objetivo conseguir a libertação imediata de Sócrates. O ex-líder do PS vai manter-se, pelo menos para já, como o recluso 44 do estabelecimento prisional de Évora, onde se encontra desde o dia 24 de novembro, há mais de uma semana. 

 

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