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Quase 3800 mortos. Por enquanto

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Epa

A poeira não assentou ainda em Katmandu, onde milhares de tendas substituíam as casas destruídas por um sismo devastador. Enquanto várias equipas esgravatam o terreno à procura de vida, o tempo esgota-se. Os recursos também, mesmo para quem sobreviveu à tragédia.

Quando este texto for lido, o balanço das mortes causadas pelo sismo no Nepal - 3726 até ao princípio da tarde desta segunda-feira - estará seguramente desatualizado. Sem mãos a medir, as equipas de socorro prosseguem os trabalhos de resgate, tentando encontrar sobreviventes por entre os escombros deixados pela tragédia de sábado, mas a soma das vítimas mortais cresce a um ritmo que não dá tréguas.

 

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