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"Quando cometemos erros, admitimo-los"

Guantánamo. O tristemente célebre Campo de Detenção da Baía de Guantánamo ainda vai demorar a ser encerrado, seis anos depois da eleição de Barack Obama

Reuters

A propósito do relatório sobre os métodos de tortura usados pela CIA durante a "guerra contra o terrorismo", o embaixador americano em Portugal, Robert Sherman, diz, em entrevista ao Expresso, que ficou bem claro que "as técnicas que foram usadas eram contrárias aos valores americanos".

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

São, ao todo, 6300 páginas que demoraram sete anos a elaborar, depois de analisar seis milhões de documentos.  A sua síntese está condensada em 528 páginas e foi divulgada na terça-feira, sob a forma de um relatório, pela Comissão para os Serviços Secretos do Senado americano. Vai ficar para a história como um libelo acusatório contra a tortura e as técnicas de interrogatório eufemisticamente designadas como "intensivas" que a CIA praticou durante a administração de George Bush, após o 11 de setembro.  Para continuar a ler o artigo, clique AQUI