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PS admite baixar pensões e mudar regras da segurança social

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Socialistas. António Costa não se vincula diretamente às propostas dos economistas - mas vai usar o documento quando preparar o programa eleitoral

Economistas chamados pelo PS propõem baixar oito pontos a TSU paga por patrões e empregados. Mas admitem que a medida pode ter impacto nas pensões pagas a partir de 2027, que podem sofrer cortes até 2,6%. Prometem ainda uma reforma da Segurança Social, mas são vagos nas medidas a tomar. Afinal, este ainda não é o programa de Governo, alerta António Costa.

Rosa Pedroso Lima e Cristina Figueiredo (texto) Marcos Borga (foto)

É uma das principais novidades do documento, hoje apresentado, pelo grupo de economistas chamados pelo PS a pronunciar-se sobre as medidas a tomar na próxima década para recuperação do País. A Taxa Social Única sofre uma forte redução, tanto do lado dos empregadores (quatro pontos percentuais) como das contribuições dos trabalhadores. Actualmente, cada trabalhador desconta mensalmente 11% para a Segurança Social . Os economistas propõe uma "redução temporária da TSU" paga pelos funcionários, baixando para os 9,5% em 2016, para 8% em 2017 e para os 7% em 2018. Progressivamente e até 2026, a medida será revertida ao ritmo de 0,5 por ano até atingir os valores actualmente pagos de TSU.

 

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