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"Podemos tocar nos pacientes?"

Treino. Pessoal médico e especialistas recebem formação antes de ir para África ajudar na luta contra o ébola

No Centro de Formação sobre a doença, em Bruxelas, são explicados os protocolos vitais a quem vai partir para a Libéria, Serra Leoa e Guiné. Pela capital belga, já passaram mais de 400 médicos, enfermeiros e especialistas em higiene. Fomos ver como funciona.

Susana Frexes, em Bruxelas (texto), Bruno Corbé (fotos)

Há um espelho estrategicamente colocado em cima de um móvel, no interior do centro de formação. Nas prateleiras, ao lado do material hospitalar, mais espelhos estão disponíveis e os enfermeiros e especialistas em higiene em formação são incentivados a utilizá-los enquanto vestem o equipamento de proteção. No reflexo, garantem que nenhum milímetro do rosto fica destapado. A máscara descartável fica presa entre os óculos de proteção transparentes e o tecido que lhes cobre a cabeça. É responsabilidade de cada um, olhar por si e pelo colega com quem vai entrar na zona de alto risco. No terreno, trabalham sempre aos pares.

 

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