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Petróleo: os sauditas poderão ganhar a atual guerra de preços

A OPEP não é um cartel de verdade, mas a Arábia Saudita, que a lidera, ainda dispõe de algum poder efetivo de mercado e poderá provocar a desaceleração da revolução norte-americana do petróleo de xisto. Jeff Colgan, especialista norte-americano em geopolítica da energia, diz ao Expresso que a Venezuela e a Rússia poderão ser os principais focos de instabilidade em 2015.

O ideal para os sauditas é que algumas das explorações de petróleo não convencional - por exemplo, o do xisto betuminoso nos Estados Unidos e o das areias betuminosas no Canadá - fechem ou, pelo menos, desacelerem. Nesse sentido, penso que os sauditas irão ganhar, mas essa vitória terá um custo, o de terem de enfrentar preços mais baixos do que nos últimos três anos", diz-nos Jeff Golgan, professor de Ciência Política no Departamento dessa área na Universidade de Brown e no Watson Institute of International Studies da mesma universidade norte-americana, em Providence, Rhode Island. Golgan é autor de "Petro-Aggression: When Oil Causes War" (publicado em 2013).

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