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O que falhou na lei do álcool

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Menores. Ministério da Saúde quer proibir o consumo aos sub-18. Alteração está para breve

O consumo de bebidas alcoólicas só para maiores de 18 vai avançar e obrigar à mudança da lei, com apenas dois anos. Estudo prova que durante esse período o consumo e o acesso aos bares mantiveram-se e aumentaram as situações de coma alcoólico e de sexo desprotegido.

Raquel Moleiro e Abílio Ferreira (texto) Nuno Fox (fotos)

Há dois anos a lei do álcool mudou. Proibiu o consumo por menores de 16 anos, limitou a faixa etária 16-18 a cerveja e vinho e remeteu as bebidas espirituosas, como o vodka ou o whisky, para a maioridade. Agora vai mudar outra vez, por vontade do Ministério da Saúde. A análise da sua eficácia, realizada pelo Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e das Dependências (SICAD), cruzou cinco estudos e chumbou-a em toda a linha: menores perpetuaram o consumo de bebidas alcoólicas, incluindo as espirituosas, e não tencionam alterar o comportamento. O acesso nos bares não mudou. Os jovens relatam também um aumento de situações de coma alcoólico e de sexo desprotegido após o consumo. Só as hospitalizações terão diminuído.

 

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