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O outono que abalou a Hungria

A contestação inédita nas ruas de Budapeste deixou o primeiro-ministro Viktor Órban numa posição onde nunca esteve. O Expresso falou como uma das organizadoras dos protestos que têm ocorrido para perceber o ambiente que se vive na Hungria de hoje

Cátia Bruno

Cátia Bruno

Jornalista

Emma Krasznahorkai estava muito nervosa quando subiu ao palco naquela terça-feira, dia 16 de dezembro. A ativista do grupo "Não nos calaremos!" não gosta de falar em público, mas, como é uma das poucas mulheres do movimento, sentiu a obrigação de se dirigir à multidão ali reunida na praça Kossuth, em frente ao Parlamento, dizendo-lhes que deviam exigir um novo Governo. "Depois senti-me muito feliz. E senti-me orgulhosa, porque as pessoas também estavam orgulhosas de mim", recorda Emma ao Expresso. "Mas não quero voltar a fazer um discurso!"

 

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