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O ano da (falta de) graça dos Espírito Santo, da saída troika e do caso PT

E depois do adeus. Parece que a troika saiu de cena, mas esta cena continua em crise, sem alívio na carteira e sem uma estratégia credível para a economia nacional

Marcos Borga/Visão

Entre o alívio da saída da troika e os murros no estômago que foram os casos BES/GES e Portugal Telecom, venha o diabo e escolha. Um ano de bipolaridades em que a economia começou a levantar a cabeça, mas com os portugueses ainda vergados pelo peso dos impostos e a terem alguma dificuldade em sentirem o otimismo escondido nos indicadores macroeconómicos.

Sempre que nos lembrarmos do ano em que a troika saiu de Portugal há de vir-nos à memória a queda do Grupo Espírito Santo e o colapso do banco que lhe estava associado. É quase inevitável. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas a verdade é que se cruzaram no tempo e ambas geraram ondas de choque que causaram impacto na estrutura da nação. O ano foi fértil em notícias ligadas à economia, às finanças e também à gestão. Para continuar a ler o artigo, clique AQUI