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"Militares projetam mais Portugal além-fronteiras do que Figo e Ronaldo"

Militares lá fora. General Luís Valença Pinto recorda a participação dos portugueses no Afeganistão, agora que a missão da NATO chegou ao fim

Concluída a missão da ISAF no Afeganistão, por onde passaram, desde 2002, mais de três mil militares portugueses, o general Valença Pinto, um dos chefes militares que mais de perto acompanhou a participação lusa, defende que as forças nacionais destacadas são uma das melhores formas de projetar a imagem de Portugal no mundo.

Carlos Abreu (texto) Ana Baião (fotos)

Na sua qualidade de chefe de Estado Maior do Exército entre 2003 e 2006 e de chefe de Estado-Maior das Forças Armadas até fevereiro de 2011, Luís Valença Pinto ficará para a história como um dos generais que mais de perto acompanhou a participação portuguesa na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF), destacada no Afeganistão sob comando da NATO. Chefiava o Exército quando, em 2005, morreu o primeiro militar português em combate desde 1975, o primeiro-sargento comando Roma Pereira, aos 33 anos.

 

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