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"Merkel, Draghi e Juncker traíram o governo grego"

Grécia. Situação grega volta a estar em destaque, e pela negativa

Reuters

O governo de coligação conservador-socialista em Atenas joga o tudo ou nada agora em dezembro, diz-nos o académico grego Yanis Varoufakis. Berlim, BCE e Comissão Europeia empurraram o primeiro-ministro Antonis Samaras para uma jogada desesperada. Um movimento de alto risco trouxe, de novo, o pânico financeiro para a ribalta. As expectativas viram-se para a primeira volta das eleições presidenciais no Parlamento grego a 17 de dezembro.

A decisão inesperada, e desesperada, na segunda-feira do governo grego antecipar no Parlamento a primeira volta das eleições presidenciais para 17 de dezembro provocou no dia seguinte uma onda de choque nos mercados financeiros. A crise política regressou em pleno à Grécia e o risco político disparou face à alta probabilidade de uma alteração profunda no xadrez parlamentar caso tenham de vir a realizar-se eleições legislativas antecipadas no início de 2015. 

 

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