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Lince ibérico foi envenenado. Faltam meios para detectar envenenamentos

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Morte. A fêmea Kayakweru foi solta no cercado da Herdade das Romeiras, a 7 de fevereiro. Morreu a 12 de março. Tinha dois anos e nascera no centro de reprodução em cativeiro de Silves

ICNF

Kayakweru, a fêmea de lince ibérico encontrada morta há um mês, foi  vítima de envenenamento. O resultado da toxicologia só foi conhecido esta semana. Está aberto um inquérito crime no Ministério Público de Beja.

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

Kayakweru morreu há um mês e quatro dias. A fêmea de lince ibérico foi encontrada sem vida, a 12 de março, num terreno florestal fora da área da Herdade das Romeiras, perto de Mértola. Tinha sido colocada, juntamente com o macho Kempo no cercado de solta branda das Romeiras a 7 de fevereiro e deambulava em liberdade desde 25 de fevereiro. A busca de novo habitat durou apenas duas semanas. A necrópsia detetou pulmão de porco dentro do seu estômago. A inexperiência e a fome tê-la-ão levado a comer um isco envenenado. Mas foi preciso um mês para se confirmar a suspeita de envenenamento, soube o Expresso junto do comando nacional do SEPNA - serviço de proteção da natureza da GNR. 

 

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