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Governo lançou políticas restritivas e enfrentou contestação generalizada dos cientistas

Protestos. A excessiva seletividade dos concursos da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), na atribuição de bolsas de doutoramento e pós-doutoramento e a ameaça de desemprego científico, levou milhares de investigadores e bolseiros a manifestações de rua nas principais cidades do país.

Tiago Miranda

A investigação científica feita em Portugal, que se aproximava a passos largos do que de melhor se faz na Europa, enchendo de orgulho os portugueses e gerando um consenso nacional, foi varrida em todas as frentes em 2014 por uma nova política do Governo, com cortes orçamentais, alteração de regras e medidas restritivas. A contestação chegou às ruas em todo o país.

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

Redator Principal

Foi um ano marcado desde janeiro por uma nova política restritiva do Governo em relação à ciência e pela contestação generalizada de cientistas, centros de investigação, associações, laboratórios associados e personalidades conhecidas do mundo académico, que foi mesmo noticiada  nos media europeus. Tudo começou com a saída dos resultados do concurso da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) para a atribuição de bolsas individuais de doutoramento e pós-doutoramento (o Concurso Investigador FCT 2014), onde se verificou um corte global de 31% nas bolsas de doutoramento em relação ao concurso anterior.  

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