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Governo e sindicatos em rota de colisão

Prejuízo. Greve nos dias após o Natal afecta mais de 100 mil passageiros e estima-se que custe cerca de 30 milhões de euros

Alberto Frias

De um lado, a plataforma de sindicatos da companhia aérea propõe a suspensão do processo de privatização da TAP para levantar a greve entre 27 e 30 de dezembro. Do outro, o Governo não abdica da venda da empresa. A requisição civil é um dos cenários possíveis. Greve custa até 9 milhões por dia.

O Governo acusou hoje os sindicatos da TAP de terem quebrado o princípio de acordo estabelecido na reunião de sexta-feira e reiterou que a privatização é a única forma de evitar a reestruturação da TAP, o que resultaria numa redução da atividade da empresa e em despedimentos. "Foi-nos dito que a privatização não estava em causa, mas sim a defesa de interesses específicos dos trabalhadores que pudessem ser acomodadas no caderno de encargos da privatização. Foi confiando nesse princípio e de boa-fé que o Governo fez uma proposta de constituição de um grupo de trabalho que iria trabalhar com base nessas preocupações", afirmou hoje Sérgio Monteiro. 

 

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