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Esta guerra não é surda nem muda. Mas ninguém a assume

E agora? Pedra, papel... e tesoura. Parece que a relação entre ambos está cortada

Getty e Lusa

Bruno de Carvalho e Marco Silva utilizam o espaço público para mandar recados um ao outro. Nos bastidores, a convivência está no limite porque o presidente quer mais do que na época passada com os mesmos jogadores e o treinador quer mais jogadores para fazer o mesmo.

Há um ritual que os une: Marco Silva, Bruno de Carvalho (BdC) e jogadores juntam-se no balneário antes de cada jogo e dão o grito de guerra. Ali dentro, ninguém estranha a presença de Bruno, porque já era assim, porque é assim e porque será sempre assim. E é assim porque ele é o presidente e uma das regras da bola manda que não se contrarie aquele que em tudo manda. 

 

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