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Depois do choque, o regresso à normalidade no reino da Dinamarca

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Democracia. “Na Dinamarca fazemos amor e discutimos em vez de guerra. Vamos mostrar ao mundo o direito à liberdade de expressão”, lê-se numa folha branca no meio das flores em frente ao café-teatro onde ocorreu um dos ataques

Ver polícia das ruas, ainda por cima armados, é coisa nova nas ruas de Copenhaga. A par das flores depositadas nos locais dos atentados, é a única marca visível do atentado de há duas semanas. Tradicionalmente tolerantes, os dinamarqueses não confundem "um ato extremista" com a comunidade muçulmana moderada que vive no reino. 

Carla Tomás, em Copenhaga

Em Amager Torv, uma das mais calcorreadas ruas comerciais do centro de Copenhaga, um casal aponta para um polícia de metralhadora ao ombro com o qual se cruza. Mostram surpresa. Não era habitual dar-se pela presença de polícias nas ruas da cidade, quanto mais armados. Mas desde os ataques a uma sinagoga e a um centro cultural, que tiraram a vida a duas pessoas e feriram cinco polícias, há cerca de duas semanas, as coisas mudaram por aqui. E as pessoas estranham.   

 

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