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Da frágil retoma às promessas do Plano Juncker. E à crise com a Rússia

ADEUS Ao fim de dez anos a liderar a Comissão Europeia, Durão Barroso deixou o lugar

FOTO REUTERS

Foi um ano intenso para a Europa. As eleições europeias trouxeram à tona o euroceticismo e a discussão em torno da pertinência das políticas económicas europeias. Barroso saiu. Juncker entrou, e com ele trouxe um plano de investimento para relançar a economia e o emprego.

Foi um ano de mudanças na União. Houve eleições europeias, o Parlamento Europeu reclamou mais poder político e Barroso deixou a Comissão com a sensação de ter contribuído para uma Europa mais forte. Mas a retoma económica continua lenta. O desafio de aumentar o emprego e estimular o crescimento está agora nas mãos de Jean-Claude Juncker. O luxemburguês - que se tem mostrado resistente ao escândalo do Luxemburgo Leaks - desenhou um plano de investimento. O sucesso do Fundo Europeu para os Investimentos Estratégicos (FEIE) passa pela capacidade da União Europeia passar confiança aos investidores. O objetivo de Juncker é fazê-los apostar em projetos "europeus" mais arriscados, capazes de mobilizar 315 mil milhões de euros, até 2017.

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