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Costa volta a baralhar o jogo

Num jantar com o grupo parlamentar, o líder socialista elogiou o Bloco Central. Mas, horas depois, recuou. No PS cada um interpreta à sua maneira. Rui Tavares e o Livre alertam para a especulação sobre o tema e não têm dúvidas: a solução seria penosa para o País.

Cristina Figueiredo e Rosa Pedroso Lima

O secretário-geral do PS (re)lançou a confusão. Horas depois de, num breve discurso no jantar de natal do grupo parlamentar do PS, ter evocado o Governo de Bloco Central Soares/Mota Pinto (1983-85) como um Executivo que repôs a esperança dos portugueses num momento em que Portugal se encontrava sob intervenção do Fundo Monetário Internacional, António Costa enviou para a agência Lusa um texto em que clarifica o alcance das suas palavras e rejeita ter recorrido a esse exemplo a pensar no que poderá suceder após as legislativas de 2015: "Ontem, num jantar com o Grupo Parlamentar do PS, evoquei o exemplo da liderança de Mário Soares, que, como primeiro-ministro, foi capaz de mobilizar o país para vencer a crise que atravessámos nos anos 1980. Não ´recuperei' a fórmula política do Bloco Central, muito menos a pensar em 2015", salientou António Costa.

 

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