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Mergulho em seco: as unidades públicas de medicina subaquática e hiperbárica

Portugal tem centros públicos em Matosinhos, no Hospital Pedro Hispano; no Campus de Saúde Militar no Lumiar, em Lisboa; nos hospitais açorianos da Horta e Ponta Delgada e no Hospital do Funchal, na Madeira

Foto Ana Baião

Portugal tem cinco unidades públicas de medicina subaquática e hiperbárica. Os tratamentos são prescritos para múltiplos problemas, da visão ao pé diabético. Doenças de descompressão, como acidentes de mergulho, afinal, são residuais. Caso da Tailândia chamou a atenção para esta área médica

A utilização clínica de câmaras hiperbáricas é pouco conhecida para a grande maioria da população e quase sempre está associada a acidentes de mergulho, mas a realidade é outra. Portugal tem cinco unidades públicas de medicina subaquática e hiperbárica e a grande maioria dos utilizadores são utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com doenças sem qualquer ligação a atividades na água.

Os centros do Estado funcionam em Matosinhos, no Hospital Pedro Hispano; no Campus de Saúde Militar no Lumiar, em Lisboa; nos hospitais açorianos da Horta e Ponta Delgada e no Hospital do Funchal, na Madeira. Os doentes são sobretudo referenciados por especialistas hospitalares do SNS, e por alguns do setor privado, para tratarem problemas diversos, que vão do foro oftalmológico à diabetes, por exemplo. Os acidentes de mergulho são, afinal, os menos expressivos.

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