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Associações consideram que residência alternada desprotege as vítimas

Foto Getty

As ONG fizeram uma carta aberta que será enviada aos grupos parlamentares. Para as associações, a alternância de residência é considerada um “modelo viável” apenas em algumas situações

Doze associações de defesa dos direitos das vítimas e em prol da igualdade de género fizeram uma carta aberta contra alterações na lei que imponham, como regra, a residência alternada de crianças filhas de pais separados. Isto é, os menores ficarem a morar, alternadamente, com o pai e a mãe depois do divórcio.

Estas ONG – entre as quais se encontra a APAV ( Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) e a Associação de Mulheres Juristas – consideram que se a lei for alterada, como defende uma petição que deu entrada recentemente no Parlamento, as vítimas de violência doméstica e de abuso sexual ficam desprotegidas e vulneráveis aos seus agressores e abusadores, já que as crianças passam a ser obrigadas a conviver com eles.

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