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Os dias escondidos de Frida Kahlo

Tinha um profundo sentido da pose, mesmo deitada de barriga para baixo

NICKOLAS MURAY/Museu Frida Kahlo (1946)

É Frida como nunca a vimos, através de um espólio fotográfico que esteve ignorado durante meio século. Da vida pessoal e íntima à vivência revolucionária e ao convívio com grandes artistas e grandes amores, o Centro Português de Fotografia, no Porto, abre esta sexta-feira uma exposição que anda a correr mundo

O que pode haver de comum entre Che Guevara, Emiliano Zapata e Frida Kahlo? Não faltarão as associações possíveis, quase todas com uma forte dimensão política. A mais inesperada, porém, será a que permite perceber que aquelas são três das figuras mais reproduzidas nas camisolas envergadas por jovens em todo o mundo.

Frida Kahlo transformou-se num ícone e durante muito tempo tem estado acondicionada numa imagem mitificada, de ideias feitas e lugares comuns. A exposição “Frida Kahlo - As suas fotografias”, que abre esta sexta-feira ao público no Centro Português de Fotografia, no Porto, vem desfazer muitos dos mitos criados à volta da artista que partilhou vida com Diego Rivera, um dos nomes maiores da pintura na primeira metade do século XX, e abre novas pistas de leitura para compreender a mulher, a obra, ou sobretudo a mulher que soube transformar-se a si própria e ao seu sofrimento numa obra de arte.

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