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Vitorino só decide OPA à EDP se houver assembleia geral antes de 1 de outubro

Foto António Pedro Ferreira

Atual presidente da mesa da assembleia geral da EDP vai estar na elétrica apenas mais três meses

O advogado António Vitorino, presidente da mesa da assembleia geral da EDP, vai permanecer nos órgãos sociais da elétrica apenas até 1 de outubro, altura em que abandona a empresa para assumir o cargo de diretor-geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM). Um prazo que dá a Vitorino apenas três meses para ter uma palavra a dizer na oferta pública de aquisição (OPA) anunciada pela China Three Gorges (CTG).

O leque de aprovações regulatórias de que a CTG precisa para poder avançar com a OPA sobre a EDP deixa uma elevada margem de incerteza sobre quando é que os chineses vão convocar a assembleia geral para votar o levantamento do limite de votos de 25% que atualmente vigora na EDP. Essa “desblindagem” dos estatutos da elétrica foi uma das condições apontadas pela CTG para concretizar a oferta, anunciada a 11 de maio ao preço de €3,26 por ação.

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