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Lisboa foi das poucas bolsas a subir no primeiro semestre – graças ao papel e à energia

Paulo Alexandrino

Bolsa portuguesa escapa à tendência negativa com os contributos de Altri, Navigator, EDP e EDP Renováveis. Onda de protecionismo a nível mundial provocou turbulência nos mercados

Surpreendentemente, a Bolsa de Lisboa esteve em contraciclo com a generalidade das praças europeias: valorizou-se moderadamente quando as suas congéneres caíram também moderadamente. Não por que a economia portuguesa esteja florescente e a crescer mais que o resto da Europa. O melhor desempenho do PSI-20, que se valorizou 2,6% no primeiro semestre deste ano, tem dois motivos: o aumento do preço da pasta, que gerou grande animação na Altri e na Navigator (ex-Portucel), e as ofertas públicas de aquisição (OPA) sobre a EDP e a EDP Renováveis. Das 18 empresas que compõem o índice PSI-20, oito conseguiram ganhos nos primeiros seis meses do ano.

O tom geral dos mercados não é de otimismo, pelo contrário, dizem os analistas. Paira uma nuvem de incerteza sobre as bolsas, devido à incerteza económica e política, provocada sobretudo pela tendência mundial para o crescimento do protecionismo, que é um entrave ao crescimento económico.

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