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Quem é o próximo unicórnio português?

As startups nacionais estão na mira dos investidores e há várias com potencial e resultados para chegar a unicórnio

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Portugal soma duas empresas no grupo restrito dos unicórnios europeus: Farfetch e, desde a passada semana, a Outsystems. Mas há outras startups nacionais na mira dos investidores e bem perto do estatuto de unicórnio.

Catia Mateus

Catia Mateus

Jornalista

Um investimento de 360 milhões de dólares (cerca de 305 milhões euros) em capital de risco, patrocinados pela Goldman Sachs e pelo fundo KKR, permitiu à tecnológica Outsytems alcançar uma valorização acima dos mil milhões de dólares (858 milhões de euros) e a posicionar se como a segunda empresa portuguesa conquistar o estatuto de unicórnio. Qual será a próxima? Não parece existir grande margem para dúvidas: quatro dos cinco especialistas ouvidos pelo Expresso apontam na mesma direção, a Feedzai. Mas há outras startups em Portugal que podem competir pelo estatuto de unicórnio.

Pedro Rocha Vieira, CEO da Beta-i, Carlos Oliveira, presidente da InvestBraga e ex-secretário de Estado do Empreendedorismo, Miguel Fontes, diretor executivo da StartUp Lisboa e Maria Miguel Ferreira, diretora da Startup Portugal, apontam todos na mesma direção: o unicórnio português que se segue, depois da Farfetch (que tem raízes portuguesa mas está sedeada no Reino Unido) e da Outsystems, é a Feedzai. E há até quem questione se a empresa não terá já alcançado esse estatuto. O líder, Nuno Sebastião, não comenta.

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