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Ou a Icelandair avança esta semana ou privatização da SATA fica deserta

A Comissão de Trabalhadores acusa a administração de falta de planeamento, que leva a que haja desnecessariamente aviões e tripulações em terra

Alberto Frias

O relógio está a contar. O grupo Icelandair, o único candidato à privatização de 49% da SATA Internacional, deverá confirmar esta semana – ao que tudo indica na terça-feira – se avança ou não com uma proposta vinculativa. Se não o fizer, o processo de privatização daquela subsidiária da companhia aérea açoriana ficará sem candidatos. Processo tem levantado dúvidas à Comissão de Trabalhadores, que tem acusado a administração de “má gestão”

O processo de privatização de 49% da SATA Internacional arrancou no início do ano, mas ficou praticamente deserto, um sinal de que a operação não entusiasma a concorrência. Apenas uma empresa, a islandesa Loftleioir-Icelandic, manifestou interesse em participar, mas ainda não avançou com uma proposta vinculativa - pediu inclusive um alargamento do prazo. Ao Expresso, fonte do grupo adiantou que a prazo termina dia 12 de junho, esta terça-feira, informação que o porta-voz da SATA não confirma e a secretaria de Estado das Obras Públicas e Transportes açoriana também não.

É uma incógnita o que irão a SATA e o Governo Regional fazer face à privatização da SATA Internacional caso a Loftleioir-Icelandic, do grupo Icelandair, não avance com uma proposta. “Não vamos comentar cenários hipotéticos”, disse ao Expresso fonte oficial da secretaria de Estado do Governo Regional. É muito escassa a informação que existe sobre o processo de privatização do braço internacional da SATA, empresa que tem 630 trabalhadores, mais de metade dos quais trabalham em Lisboa.

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