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Dez razões pelas quais a cimeira de Singapura corre o risco de se transformar numa ratoeira para Trump

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Kim tem tudo a ganhar, Trump nem tanto

O encontro entre o presidente norte-americano e o líder norte-coreano é histórico mas Kim Jong-un tem muito a mais a ganhar que Donald Trump. Vejamos porquê.

1. Uma de avanço para Kim. A simples realização de uma cimeira entre o presidente do país mais poderoso do mundo e alguém que apelidara “rocket man” e ameaçara com o “fogo nuclear” é uma vitória para Kim Jong-un. Este consegue o objetivo perseguido ao longo de décadas pela diplomacia norte-coreana (um encontro bilateral ao mais alto nível) e chega à mesa das negociações sem ter feito nenhuma concessão real. Isto se excluirmos o desmantelamento do centro de ensaios nucleares de Punggye-ri, em maio, que já estava condenado por razões geológicas e ambientais.

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  • "Kim Jong-un não vai confiar cegamente, a grande incógnita é saber o que vai exigir"

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte encontram-se esta terça-feira em Singapura para aquela que é considerada uma cimeira histórica. Para Miguel Sousa Tavares, nenhum dos dois representantes pode sair do encontro "com uma derrota clara". Já sobre a cimeira do G7, o comentador da SIC classifica a postura de Trump como a "do menino mimado e mal-educado"

  • Cimeira Kim-Trump. O que está em jogo?

    A desnuclearização da península coreana, a normalização das relações diplomáticas e a sobrevivência do regime de Pyongyang são as grandes questões em cima da mesa da cimeira desta terça-feira em Singapura. Qualquer um destes temas, mas sobretudo o primeiro, pode determinar o sucesso ou o falhanço do encontro histórico