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Cristas na rua contra “o presidente que gosta de fazer flores e ciclovias”

Cristas passou a manhã a mostrar problemas de segurança aos jornalistas

Não é altura de autárquicas, nem sequer de campanha, mas Cristas veste a pele de vereadora para apontar problemas de segurança em Lisboa. Pelo seu pé, segue estrada fora e indica fissuras no cimento desgastado de um viaduto. Aproveita para deixar farpas a Medina, presidente “desfocado”, e mostrar que mesmo sem estar (oficialmente) em campanha faz questão de ir a todas. “Agora faço um direto para o Facebook ou...?”

Se olhar para o seu lado direito, Assunção Cristas verá a relva verde e ao fundo o rio acinzentado – porque o verdadeiro junho tarda a chegar –, mas ainda assim é uma paisagem agradável para uma segunda-feira de manhã. De pé, diante da Fundação Champalimaud, em Belém, Cristas prefere olhar para o seu lado esquerdo, mais cinzento ainda, marcado pela imagem do cimento gasto. É ali, onde se levanta o viaduto degradado de Pedrouços, que quer levar os jornalistas (incluindo várias câmaras) e apontar o dedo.

É uma manhã diferente, dedicada a enfatizar os “contrastes” que marcam a cidade de Lisboa. Cristas, que veste várias peles (na presidência do CDS, na Assembleia da República, na Câmara de Lisboa), veste desta vez a de vereadora, acompanhada pelo vereador centrista João Gonçalves Pereira. Reúne-se com a equipa que a acompanha e com os jornalistas pelas 10h30, diante do edifício da Fundação. Objetivo: demonstrar, pelo próprio pé, “problemas de segurança e infraestrutura na cidade de Lisboa”.

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