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Mais de 100 mil portugueses fumam tabaco aquecido. Especialistas mantêm dúvidas

Após o boom dos cigarros eletrónicos, há quatro anos, a tendência crescente são os consumidores de tabaco aquecido

Foto GETTY IMAGES

Consumo de IQOS cresce em Portugal, em linha com outros países. Especialistas defendem que este tipo de produto e os cigarros eletrónicos não são inócuos, nem se podem antever os seus efeitos a longo prazo. A guerra mantém-se entre a indústria e as autoridades de saúde. Esta quinta-feira assinala-se o Dia Mundial Sem Tabaco

Apesar da entrada em vigor da nova lei do tabaco, no início do ano – que equipara cigarros eletrónicos e tabaco aquecido em termos de restrições – ,continua a aumentar o número de portugueses que aderem a novas alternativas ao tabaco tradicional.

O limiar dos 100 mil consumidores de tabaco aquecido foi recentemente ultrapassado em Portugal. Em média, cerca de 200 ex-fumadores portugueses optam diariamente por este produto. Em todo o mundo esse número ultrapassa já os cinco milhões. Os dados são avançados ao Expresso pela Tabaqueira, subsidiária da Philip Morris, que há dois anos comercializa o IQOS no país. Estudos elaborados pela gigante do tabaco referem que esta alternativa sem fumo e sem cinza assenta na redução de 90 a 95% da exposição aos constituintes nocivos e potencialmente nocivos do cigarro tradicional, que resultam da combustão.

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