Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Uma obra essencial de Júlio Pomar: “Le Bain Turc (d'après Ingres)”

Um dia após a morte de Júlio Pomar, recordamos a importância de “Le Bain Turc (d'après Ingres)”. Nas palavras de Sara Antónia Matos, diretora criativa e executiva do Atelier Museu que ostenta o nome do artista, este é um quadro que fez Pomar emergir de um período anterior. Nos Arquivos Expresso desta quarta-feira, republicamos um episódio da série “Uma Obra”, publicada no primeiro ano de vida do Expresso Diário (2014)

João Miguel Salvador

João Miguel Salvador

texto

Jornalista

João Santos Duarte

João Santos Duarte

Imagem e edição

Jornalista

Seria o pior dia para entrar em Lisboa, mas a obra de Júlio Pomar chamava-nos ao seu Atelier Museu. Com Sara Antónia Matos, diretora criativa e executiva do espaço, fomos à descoberta de “Le Bain Turc (d'après Ingres)”, uma das mais paradigmáticas obras do pintor, que espelha uma metamorfose na forma de criar e pensar a estrutura plástica.

Terá sido através da obra de Ingres que o pintor português mudou a forma como encarava a pintura. Depois de um período em que o seu traço se mostrava mais largo, Júlio Pomar opta por uma maior contenção, que o faz adotar as cores planas — definindo planos concretos povoados por grandes saturações. É assim em “Le Bain Turc (d'après Ingres)”, que inicia a travessia para um novo universo pictórico em que os guaches recortados de Henri Matisse também tiveram influência.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)