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“Guerras de boatos.” Conflito aberto no CDS Porto

Cecília Meireles concorre à distrital do Porto. Rival do norte dizem que é o diretório de Lisboa

Foto Marcos Borga

Assunção Cristas quer união na distrital do Porto, mas estruturas locais preferem candidatura própria a serem governadas pelo "diretório de Lisboa". Contra acusações de parcialidade e intromissão, a vice Cecília Meireles responde: "Quem quer fazer política tem de dar a cara"

Primeiro foi a concelhia, agora é a distrital. O Porto não para de dar dores de cabeça à direção nacional do CDS e, pela segunda vez este ano, prepara-se para apresentar uma lista rival à que é vista como oficial. Assunção Cristas apela a uma candidatura única e Cecília Meireles, vice-presidente do partido, já assumiu que é candidata. Mas na estrutura local há quem se queixe de intromissões da direção, como se o partido funcionasse como um “diretório de Lisboa”.

Decorria a reunião dos conselheiros nacionais do CDS, em Évora, neste fim de semana, quando Cecília Meireles, deputada e vice-presidente do partido, se exaltou. "Eu sou pressionada por todos os lados", queixou-se, segundo relatos feitos ao Expresso. A irritação devia-se a críticas por a direção estar, alegadamente, a pressionar as estruturas do Porto para que houvesse uma lista única nas próximas eleições distritais. Com Cecília Meireles à cabeça.

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