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Sindicatos divididos no protesto dos médicos

Tiago Miranda

As duas estruturas sindicais que representam a classe médica estão juntas nas reivindicações mas separadas no protesto: na greve de três dias iniciada esta terça-feira participam ambas, mas na concentração à porta do ministro da Saúde só esteve esta tarde a Federação Nacional. O Sindicato Independente não viu sentido em manifestar-se

A terceira greve de médicos desde o início da legislatura começou esta terça-feira com ‘o pé esquerdo’. Os dois sindicatos que promovem a paralisação estão unidos apenas nas exigências. Neste primeiro dia, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) avançou sozinha para uma manifestação frente ao Ministério da Saúde. O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) não quis ir, por entender que falta sentido ao protesto à porta de Adalberto Campos Fernandes, o primeiro em quatro anos.

“Não estivemos lá. Não faz sentido fazer uma manifestação neste momento. Só fizemos uma manifestação junto ao Ministério da Saúde nos tempos da troika, quando os médicos não tinham aumento de salários nem 13º mês, por exemplo”, explica ao Expresso Jorge Roque da Cunha, secretário-geral do SIM. O dirigente sublinha ainda que os responsáveis da Ordem dos Médicos também não foram à manifestação.

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