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“Somos muito bons a destruir e a matar. Temos de matar menos e de cuidar mais”

A bióloga marinha está à frente da iniciativa Mission Blue, que criou uma coligação global para alertar para a necessidade de alargamento das áreas marinhas protegidas em todo o mundo

Foto Todd Brown/ National Geographic

Aos 83 anos de idade, a oceanógrafa e exploradora Sylvia Earle continua a chamar a atenção para a importância da defesa dos oceanos como “a chave da sobrevivência” do Planeta. Em entrevista ao Expresso, lembra que cada um de nós tem de valorizar cada respiração que faz e que esse ar que se inspira e expira depende também da existência dos oceanos

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

Tinha três anos quando fez o primeiro mergulho no mar, derrubada por uma onda numa praia da Flórida, onde vivia. Os mares e a vida marinha passaram a ser a sua vida. Passados oitenta anos sobre esse primeiro mergulho, Sylvia Earle continua a defender os oceanos pelo mundo fora, lembrando que sem eles não há vida na Terra.

A oceanógrafa norte-americana esteve em Lisboa esta semana, como uma das oradoras da National Geographic Summit 2018. No fim da sua palestra, em Lisboa, deixou um recado a uma plateia cheia de gente de todas as idades: “Olhem para o espelho e pensem nos vossos superpoderes e no que podem fazer com eles.”

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