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Santana e Rio vão (de novo) a votos?

O 25º Congresso Nacional da JSD, que se realiza este fim de semana na Póvoa de Varzim, coloca, frente a frente André Neves e Margarida Balseiro Lopes, respetivamente vice-presidente e secretária-geral da “jota” nestes últimos dois anos. Ele fez campanha por Rui Rio, ela admite ter dado o seu voto a Santana. À semelhança de outros anos, fazem-se críticas à interferência do partido-mãe nas eleições da juventude laranja. Para atrair os jovens para a política, os dois candidatos propõem medidas mais pragmáticas, e menos ideológicas

Nuno Ramalho

Rui Duarte Silva

Ela, deputada na Assembleia da República desde há dois anos, votou em Santana, é próxima de Leitão Amaro, Duarte Marques, Hugo Soares e Simão Ribeiro, ex-secretário-geral e ex-presidentes da ‘jota’. Ele, advogado, membro ativo na campanha que culminou na eleição de Rui Rio à liderança do partido, diz não ter “referências nem ídolos”. Ela é considerada uma candidata “natural”; a ele, aconselharam-no a não concorrer, porque “já estava decidido”. E as críticas ao poder informal que regula a liderança da Juventude Social Democrata voltam a marcar as eleições para a presidência da ‘jota’ na figura dos dois candidatos.

A ambos é atribuída, nos corredores da juventude partidária, uma proximidade ao partido maior do que a desejável; ambos se afastam da ideia. Margarida não admite o apoio público a qualquer candidato – rejeitando a hipótese de interferência da estrutura do partido na sua eleição -, declarando-se apenas uma ‘passista’ convicta que votou em Santana.

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