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“Não precisamos de pedir nada ao senhor ministro das Infraestruturas”: a 7ª ponte do Douro é a mais barata

Uma nova ponte entre Porto e Gaia deixou de ser uma miragem. E o nome homenageia um ex-bispo do Porto

Isabel Paulo

Isabel Paulo

Jornalista

Não serão três travessias a unir as duas margens do Douro, tantas quanto as prometidas em 2012 pelo ex-autarca de Gaia Luís Filipe Menezes um ano antes do anúncio à Câmara do Porto, mas uma única ponte, ainda sem projeto, mas já batizada “D. António Francisco dos Santos”, em homenagem ao ex-bispo do Porto, que morreu em setembro.

Menezes, que sempre gostou de pensar em grande, apresentou antes do adeus a Gaia uma proposta de duas pontes rodoviárias e uma pedonal, cujo valor global ascenderia a € 100 milhões, investimento que sabia ser excecional mas, mesmo assim, muito aquém do efetuado na capital: “Só nos últimos 20 e tal anos foram aplicados mais de €2,2 mil milhões em travessias em Lisboa, o que daria para construir 20 pontes no rio Douro”, argumentava então o autarca, que falhou o salto para o Porto em 2013.

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