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Conflitos de interesse no Estado? O problema existe e é grande. O combate é que é pouco

Tiago Miranda

A grande maioria dos organismos da Administração Pública não respondeu a um inquérito feito para prevenir os conflitos de interesses na gestão pública. E, dos que aceitaram, a esmagadora maioria diz não tem meios, capacidade ou vontade para controlar aquilo que em linguagem comum se chama "decidir em causa própria". A prevenção da corrupção começa por aqui.

Rosa Pedroso Lima

Rosa Pedroso Lima

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Jornalista

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

Um professor que tem o filho como aluno, ou o ministro que após deixar o Governo aceita ser gestor de uma empresa da área que tutelava. Um técnico camarário que, fora do horário de serviço, elabora projetos que o departamento em que trabalha vai aprovar ou, finalmente, um auditor do Tribunal de Contas que fiscaliza as contas da autarquia onde a mulher é vereadora.

Os casos citados são muito diversos, mas têm em comum um facto: todos se encaixam na categoria de "conflito de interesses" no exercício de funções públicas.

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