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Juíza contraria colega e dá nova força à acusação do Ministério Público

Tiago Miranda

No espaço de um ano e meio, duas juízas de instrução produziram despachos quase opostos sobre o processo judicial que investiga as mortes de Hugo Abreu e Dylan Silva no curso 127 dos Comandos. Isabel Sesifredo considera a acusação “rigorosa”. Em novembro de 2016, Cláudia Pina escrevia que argumentos do MP eram “no mínimo rebuscados”

Hugo Franco

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Jornalista

Tiago Miranda

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Fotojornalista

Os 19 arguidos com responsabilidades no curso 127 dos Comandos vão todos ser julgados. A leitura da decisão instrutória foi lida em menos de cinco minutos pela juíza Isabel Sesifredo, do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa, esta segunda-feira a meio da manhã, pronunciando todos os militares.

Mas há um ano e meio, uma outra juíza de instrução, Cláudia Pina, assinou um despacho sobre o caso em sentido quase inverso, numa altura em que sete militares dos Comandos estavam em prisão preventiva no âmbito do processo. Acabariam rapidamente por ser libertados por sugestão sua.

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