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França reconhece sacrifício dos portugueses em La Lys

lusa

A participação portuguesa na I Guerra Mundial continua a gerar controvérsia. Alguns historiadores dizem que La Lys foi uma debandada, mas franceses reconheceram desde o início o sacrifício dos soldados portugueses

Via-se e sentia-se emoção na cara de algumas das centenas de portugueses que assistiram às cerimónias oficiais do Centenário da Batalha de La Lys, este domingo e esta segunda-feira, respetivamente em Paris e em Richebourg e La Couture - estas últimas, duas vilas da zona do norte da França onde se viveu o que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa lembrou como sendo “o maior luto militar” nacional desde Alcácer Quibir.

Alguns dos presentes, muitos deles descendentes de combatentes da Grande Guerra, sublinhavam que, “finalmente”, a França “reconhecia o sacrifício” dos militares portugueses, devido designadamente à presença do chefe de Estado francês ao lado seu homólogo português no cemitério de Richebourg, onde estão enterrados os corpos de mais de 1800 soldados do chamado Corpo Expedicionário Português (CEP, constituído por 50 mil militares) que morreram nos combates.

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