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Entre a resistência pacífica e “um final épico”

Manifestação de apoio a Lula em Brasília

Foto André Coelho/EPA

Apesar do “chumbo” do habeas corpus pelo Supremo Tribunal Federal, a prisão de Lula só deverá efetivar-se a partir da próxima terça-feira. PT convoca um cordão humano e reúne-se de emergência em São Paulo

Por seis votos contra cinco, o Supremo Tribunal Federal (STF) recusou que Lula da Silva aguardasse em liberdade o esgotamento de todos recursos da condenação a doze anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. A magra maioria da decisão do STF espelha a divisão do país, mergulhado numa profunda crise política. Uma crispação que elevou a pressão sobre os juízes, com ameaças mais ou menos veladas de intervenção militar até ao anúncio público por parte do procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnoll, de começar um jejum contra o habeas corpus de Lula.

Com 35% das intenções de voto para as presidenciais de outubro, Lula da Silva pode tornar-se no primeiro ex-presidente do Brasil a ser preso em democracia, num processo em que a justiça não conseguiu sustentar com provas factuais do crime, segundo muitos juristas.

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