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Greve na Infraestruturas de Portugal: muito mais que uma questão de semântica

D. R.

Governo aceita pagar um aumento intercalar, sindicatos querem uma atualização salarial. O valor é o mesmo, mas a divergência não é só uma questão de semântica

Como se explica que, em meados de fevereiro, a federação sindical e o Governo tenham fechado um acordo salarial que evitou uma greve dos trabalhadores da CP e mês e meio depois os mesmos interlocutores não tenham conseguido evitar uma greve na gestora da via férrea (IP- Infraestruturas de Portugal) que lesou esta segunda-feira precisamente os clientes dos comboios? Nos dois casos estão em causa aumentos intercalares para 2018, antes da revisão dos acordos de empresas marcadas para 2019.

“No caso da IP não houve abertura da tutela nem vontade negocial para aceitar por escrito as condições negociadas na CP”, responde ao Expresso José Manuel Oliveira, coordenador nacional da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), que agrupa 13 organizações.

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