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“A batalha de La Lys não foi uma vergonha”

Partida de Lisboa das tropas portuguesas

O famoso desastre militar português em França, sobre o qual passam cem anos no dia 9, representa a tomada de consciência do verdadeiro peso de Portugal, diz Filipe Ribeiro de Meneses

Luís M. Faria

Jornalista

O historiador Filipe Ribeiro de Meneses, que vive na Irlanda, ocupa-se da I Guerra Mundial há 25 anos. A sua tese de doutoramento foi sobre o assunto. Mais tarde, a preparação de uma biografia de Afonso Costa levou-o a explorar o modo como a nossa participação na guerra fora pensada pela elite intervencionista de então, e deixou-o interessado no Corpo Expedicionário Português (CEP). Percebeu que não era possível falar dessa experiência sem consultar a documentação britânica sobre o assunto, que já tinha sido analisada por historiadores britânicos como portugueses - há uma velha divergência de base nas interpretações sobre a batalha - mas que ele se propôs ver com uma nova atenção (refere uma "compreensão simultânea" por parte de vários historiadores portugueses contemporâneos). Daí nasceu o livro agora publicado pela editora Dom Quixote.

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