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Presidente da República é o “último reduto” de polícias e militares, que estão “a fazer tudo para evitar” manifestarem-se

Polícias e militares querem que as carreiras sejam descongeladas, como estipulado no Orçamento do Estado de 2018. Dizem que estão a fazer de tudo para evitar novas manifestações, mas avisam que há limites para a paciência

Nuno Fox

Militares e polícias estão prestes a esgotar a paciência. Sem resposta do Governo depois de três meses quanto ao processo de descongelamento de carreiras, foram entregar uma “nota informativa” a Marcelo Rebelo de Sousa

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Tentaram uma vez e nada, segunda vez e também não. À terceira vez, as associações profissionais e das forças militares e de segurança foram diretos ao Presidente da República esta terça-feira, pedindo-lhe que use da sua “magistratura de influência” junto do Governo para que possa haver negociações sobre o descongelamento de carreiras.

Estão prometidas desde 1 de janeiro e contempladas no Orçamento do Estado para 2018. Nos termos deste, permitem-se “alterações obrigatórias de posicionamento remuneratório, progressões e mudanças de nível ou escalão para todas as carreiras da administração pública”.

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