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Guerra aberta entre Portugal e o Eurostat por causa do défice de 2017

Tiago Miranda

Instituto Nacional de Estatística e Governo estão contra a decisão do Eurostat de contabilizar a recapitalização da CGD no défice, que fica assim nos 3%. Numa carta enviada ao INE a 25 de janeiro, o Eurostat já aponta que a injeção total de capital suportada pelo Estado deve ser contabilizada no défice. Mário Centeno diz que isso está “errado”

Frontalmente contra. É esta a reação portuguesa à decisão do Eurostat de contabilizar o impacto da operação de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos no défice público de 2017, que levou o saldo negativo das contas públicas a atingir 3% do PIB. Sem esta operação, o défice teria ficado nos 0,9%, o mais baixo da democracia portuguesa.

Trata-se de uma reação política - o ministro das Finanças e presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, diz que o gabinete de estatística da Comissão Europeia está “errado” - mas também técnica. No âmbito da primeira notificação de 2018 do procedimento dos défices excessivos, o Instituto Nacional de Estatística (INE) manifestou o seu desacordo com a decisão tomada pelo Eurostat, expondo os argumentos trocados ao longo dos últimos meses.

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