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Santanistas descontentes com novo secretário-geral de Rui Rio

nuno botelho

Apesar de não ser um nome que agrade aos críticos de Rio, José Silvano será aprovado no Conselho Nacional, no dia 28. Nem que seja porque não pode ser chumbado - não há votos contra. Resta saber se verá, como Fernando Negrão, cartão amarelo

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

José Silvano, o novo secretário-geral do PSD (ainda interino), deu esta terça-feira à tarde a sua primeira conferência de imprensa na sede do partido, para prometer "proximidade" com os eleitores e as estruturas partidárias, e desafiar o partido a dedicar-se a "trabalhar e sujar as mãos no terreno" em vez de se dedicar a "intrigas". "Só assim é que se ganham eleições", garantiu, pondo como prioridade “alcançar o poder em 2019".

O homem que Rui Rio escolheu para suceder a Feliciano Barreiras Duarte prometeu trabalhar com todos no partido, mas também deixou um aviso: "Como bom transmontano, não terei medo de nada nem de ninguém." Não terá medo, sequer, da votação ao seu nome no próximo Conselho Nacional (CN), garantiu. E terá boas razões para isso.

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  • Sousa Tavares sobre José Silvano: “Transmontanos normalmente são boa gente e não fazem malabarismos”

    José Silvano é o novo secretário-geral do PSD. Sucede a Feliciano Barreiras Duarte, que se demitiu do cargo depois de se ver envolvido em polémicas com o currículo e um subsídio de deslocação como deputado. Miguel Sousa Tavares considera que “quem inventa habilitações académicas não merece ocupar” o cargo de secretário-geral do PSD. O comentador diz ainda que o novo presidente dos sociais-democratas, Rui Rio, “perdeu cinco semanas só a organizar a casa”