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Quatro tiros na cabeça, quatro balas da Polícia Federal

Milhares de pessoas saíram à rua por todo o país em protesto contra o assassínio de Marielle Franco

Foto Leonardo Benassato/ Reuters

O assassínio a tiro de Marielle Franco, vereadora do PSOL, esta quarta-feira, põe a nu a gravidade da crise política e social brasileira. Como garantir uma investigação imparcial é a incógnita que se coloca

A execução com quatro tiros na cabeça da vereadora Marielle Franco, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL, esquerda), espelha o agravamento da crise política e social que afeta o Brasil, um mês depois de o Presidente Michel Temer ter decretado a intervenção federal no Rio de Janeiro, que coloca todas as forças de segurança sob comando do exército. A brutalidade do atentado desta quarta-feira à noite, no centro do Rio de Janeiro, que também vitimou o motorista Anderson Gomes, aumenta a pressão interna e externa sobre o Governo de Michel Temer.

Apesar de a situação de violência no Rio de Janeiro ter aumentado sem que o governo estadual a tenha conseguido travar, são muitas as vozes que consideram que a intervenção federal — inédita em democracia — não foi mais do que uma estratégia política por parte de Temer.

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