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Conselho das Finanças Públicas desvenda os 4 segredos (e os riscos associados) para um défice de 0,7% em 2018

TIAGO PETINGA/lusa

Projeção para o saldo das contas públicas é mais otimista do que a do Governo. Crescimento da economia ajuda à redução do défice, mas não é o único fator com efeito positivo

São números “que há pouco tempo consideraria impossíveis”, como reconheceu Tedora Cardoso, presidente do Conselho das Finanças, na conferência de imprensa desta quinta-feira em que apresentou o relatório “Finanças Públicas: situação e condicionantes 2018-2022”. E os números são as próprias projeções do CFP para o saldo das contas públicas nos próximos anos.

A instituição aponta para um défice de 1% do PIB em 2017 - abaixo do estimado pelo Governo de António Costa e o mais baixo de sempre da democracia portuguesa - diminuindo para 0,7% do PIB em 2018 e chegando mesmo a um excedente orçamental inédito (de 0,1% do PIB) em 2020.

Como conseguirá Mário Centeno, ministro das Finanças, esta correção inédita do défice das contas públicas? O CFP desvenda os segredos e aponta, também, os riscos associados.

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