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O homem que nos explicou o espaço morreu sem lá ter ido

Stephen Hawking, a estrela mais brilhante no firmamento da ciência dos nossos tempos, deixou-nos com uma grande lição: ”A raça humana é tão pequena comparada com o universo que ter uma deficiência não tem grande significado cósmico”

Há quem construa foguetões ultramodernos e envie um carro para o espaço ao som de "Space Oddity", de David Bowie, para que um dia, quem sabe, alguém o possa conduzir num planeta distante. E depois há Stephen Hawking, um homem como nenhum outro. Mesmo condenado a uma cadeira de rodas por culpa de uma doença degenerativa rara (esclerose lateral amiotrófica, ELA), ele levou-nos numa fascinante viagem à origem do universo.

Era o cientista mais conhecido do mundo, tão popular que apareceu num episódio dos Simpsons, em "Star Trek" e na série "A Teoria do Bing Bang", e emprestou a voz de robô a dois temas dos Pink Floyd, "Talkin' Hawkin'" e "Keep Talking" – título quase autobiográfico para quem nunca se deixou vergar pelas limitações físicas que dominaram a sua vida.

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