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Maior parte dos prédios de alojamento local estava devoluta

Alojamento local atraiu turistas e ajudou a reabilitar centros históricos das cidades

Gon\303\247alo Rosa da Silva

Resultados do estudo da AHRESP e do ISCTE surpreendem os deputados da Assembleia da República envolvidos na nova legislação. Depois de Lisboa, foram analisadas as regiões Norte, Centro e Alentejo, preparando-se a caraterizaçãodo do sector no Algarve e nas ilhas da Madeira e dos Açores

O rápido crescimento do alojamento local veio tirar lugar aos espaços destinados a habitação? A verdade é que os imóveis em Portugal que hoje funcionam como alojamento local (modalidade em que são os próprios proprietários das casas a disponibilizá-las para receber turistas) estavam, na sua maioria, desocupados antes de entrar nesta atividade - conclui um estudo realizado pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) em parceria com o Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE) e a Sítios.

Depois de analisar o sector na área metropolitana de Lisboa em 2017, onde concluíu que cerca de 60% dos prédios estavam devolutos antes de funcionar como alojamento local, o estudo da AHRESP e do ISCTE concluíu agora que também em toda a região norte 56% dos alojamentos locais estavam desocupados antes desta atividade, na região centro 47% e no Alentejo 55%. Em preparação, está o estudo de caraterização do alojamento local também para o Algarve e as ilhas da Madeira e Açores, completando assim todo o território nacional.

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