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Doenças menos letais são as mais mediatizadas

Publica-se mais o que cria alarme do que aquilo que previne ou alerta, refere uma análise a mais de sete mil artigos noticiosos

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Análise a mais de sete mil peças jornalísticas diárias entre 2015 e 2017 indica que a Saúde é valorizada pela imprensa. Os casos de alarme, as decisões políticas e os retratos de situação são os temas mais noticiados

A Saúde é quase sempre notícia garantida nas publicações portuguesas que todos os dias estão na banca, embora nem sempre pelas melhores razões. Publica-se mais o que cria alarme do que aquilo que previne ou alerta.

Uma análise a 7353 peças jornalísticas na imprensa diária entre 2015 e 2017 mostra que “as doenças mais mediatizadas não são as que matam mais”, explica a coordenadora do estudo, Felisbela Lopes. Segundo os dados apurados, os problemas oncológicos são os mais noticiados (19,9%), seguidos da gripe (7,2%), a legionela (5,8%) e a hepatite (4,9%), “deixando de fora as doenças mas mortíferas em Portugal, como as cardiovasculares: o AVC não está na imprensa”.

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